quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

 
Subject: Fwd: DEPUTADOS INGLESES - PARA DIVULGAR.
 
 
 
 
A isto é que se pode chamar verdadeira democracia....
Só tenho a acrescentar que o número de assentos é inferior ao número de deputados, de modo que, quem chega tarde fica de pé. O resultado é que nas votações importantes, os deputados que querem ficar sentados, fazem bicha começando às 6 da matina à porta do Parlamento para registarem a ordem de chegada.
DEPUTADOS NO REINO UNIDO

Não é de estranhar, mas é interessante saber... como tudo é diferente...

Os deputados do Reino Unido, na "Mãe dos Parlamentos",

1 . não têm lugar certo onde sentar-se, na Câmara dos Comuns;
2 . não têm escritórios, nem secretários, nem automóveis;
3 . não têm residência paga pelos Contribuintes (pagam pela sua casa em Londres ou nas províncias) - Detalhe: e pagam, por todas as suas despesas, normalmente, como todo e  qualquer trabalhador !
4 . não têm passagens de avião gratuitas, salvo quando ao serviço do próprio Parlamento;
5.  E o seu salário equipara-se ao de um Chefe de Secção de qualquer repartição pública !

Em suma, são SERVIDORES DO POVO e não PARASITAS do mesmo.

A propósito, sabiam que, em Portugal, os funcionários não deputados que trabalham na Assembleia têm um subsídio equivalente a 80 % do seu vencimento ?

Isto é, se cá fora ganhasse 1000,00 €, lá dentro ganharia 1800,00 €.

Porquê ? Profissão de desgaste rápido ???
 
E por que é que os jornais não falam disto ? Porque têm medo ? Ou não podem ?



Deputados ingleses... Divulguem ! 
E, se calhar, não conseguem meter lá membros da família ! 





sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Novo Livro do Elias

Aqui fica o convite/notícia do lançamento de um novo livro do Elias Martins Vaz.
Tal como se diz no convite o livro tem por título: "Memórias da 1.ª  Invasão Francesa (Radiografia de um Manuscrito)" e a parte nuclear do livro baseia-se num "manuscrito" redigido por um eclesiástico  testemunha ocular), onde se relatam, detalhadamente, as atrocidades cometidas pelos franceses em  Castelo Branco e povoações vizinhas na 1.ª  Invasão, comandada pelo general Junot (1807/1808).
Parabéns ao Elias por mais esta sua obra de investigação sobre a  nossa história e a história da nossa região.

terça-feira, 1 de outubro de 2019

Fotos do XI Encontro

Aqui ficam algumas fotos do nosso XI Encontro realizado na Senhora da Azenha.
Aproveito para felicitar e dar os parabéns à Comissão pelo excelente dia que me proporcionaram.




  
    


  

  
  
  
 



domingo, 1 de setembro de 2019

XI Encontro - Convite

Clique para ampliar
Clique para ampliar
Acabadinho de chegar...
Aqui fica o convite para o XI Encontro a realizar no próximo dia 28 de Setembro de 2019.
Para ampliar clique sobre a imagem, ou então aqui.
Inscrevam-se.

terça-feira, 20 de agosto de 2019

António Barreto's Blog


August 18, 2019

Grande Angular - Ameaças

Desde 1975 que não se assistia a ameaças tão contundentes à liberdade de expressão, aos direitos de informação, associação e à greve.Ter uma opinião sobre os imigrantes, as minorias, a integração racial, o multiculturalismo, o racismo e temas afins é hoje uma actividade perigosa! Se as opiniões não forem o que está consagrado pela aliança do governo, podem ser motivo de processo-crime, hipótese que se traduz em verdadeira intimidação. Anuncia-se já uma revisão das leis que regulam “os discursos de ódio”, designação perigosíssima, próxima de outras utilizadas pelos regimes fascistas, nazis e comunistas!Reunir em Portugal movimentos e partidos políticos de direita ou de extrema-direita, provavelmente de conotação fascista, eventualmente de crenças racistas, pode ser actividade de risco e incorrer em intimidação, agressão pura e proibição legal.Exprimir opiniões contrárias a certas instituições sagradas, como sejam os clubes de futebol, é uma actividade perigosa, propícia a acabar nos tribunais. Também aqui, não se sabe ainda o que estes decidirão, mas a carga de intimidação está preparada. Desenvolver actividades sindicais que não sejam do agrado do governo e da sua aliança, pode levar a situações muito delicadas, como tem acontecido com as greves dos camionistas não conformados com os estabelecidos.Uma greve conduziu, com rapidez inédita, a uma requisição civil atrevida, acompanhada da mobilização imediata das polícias e das Forças Armadas, em gesto muito ameaçador. O governo pôs-se a jeito para aproveitar o vento e virar a seu favor os receios de uma perturbação gigantesca da vida quotidiana. Mas a verdade é que o desvario de um sindicato não justifica nem desculpa os desmandos do governo.O PS está a mudar. Perigosamente. Está a ceder às esquerdas radicais, antidemocráticas ou totalitárias. As mais profundas convicções democráticas e liberais que marcaram o carácter do PS estão a sofrer uma erosão manifesta, causada pelo apetite de poder e pela influência ideológica do Bloco.Ademocracia é o regime de todos, incluindo dos antidemocratas. A democracia defende-se com o bom governo, o reconhecimento dos cidadãos, a identificação com os valores do regime e a atenção prestada pelos dirigentes às necessidades do seu povo! A democracia não se defende com propaganda, muito menos com proibições de pensamento e de opiniões. A Justiça e a democracia castigam acções, não intenções. São punidos os gestos e as obras, não as opiniões. Os crimes são actos, não discursos.A democracia é o regime de toda a gente, incluindo racistas e xenófobos. Todas as idades, raças, géneros, opções e condições cabem dentro da democracia, nenhuma pode ser expulsa. Ninguém é criminoso ou pode ser proibido pela sua opinião. Mesmo os insultos são permitidos. Se forem calúnias, deverão ser tratados como actos, não como opiniões.A democracia admite a diversidade e a diferença. O conflito e a polémica. A democracia não permite que se castigue quem é diferente. Mas não admite que as diferenças cheguem à violência, à eliminação dos outros, à tortura, à mutilação, à segregação violenta e a todas as formas que implicam infracção à lei, comportamentos ilícitos e violação de direitos dos outros. A democracia admite o preconceito, a estupidez e a presunção racial, desde que sejam opiniões. Traduzidos em actos, a violência sobre minorias, a segregação, a tortura sob qualquer forma, a expulsão de local público, a mutilação e o mercado de seres humanos são merecedoras de punição. A democracia admite todas as formas de ambição e de utopia, sejam a revolução social, a restauração nacionalista, o apostolado cristão, o proselitismo muçulmano e a pregação de qualquer outra forma de convencimento, desde que não se traduzam em actos violentos e atentatórios dos direitos de outros.A democracia é um corpo simples de princípios e de convenções que pode coexistir com várias ideologias e filosofias políticas. A democracia não proíbe opiniões. Nem religiões ou crenças. Nem credos nacionais. Nem aspiração revolucionária. Mesmo sabendo que o nacionalismo pode violentar, que a revolução mata, que a religião pode torturar e que as utopias podem coagir: enquanto forem opiniões, a democracia não pode proibir.Aliberdade de expressão parece ser actualmente o valor mais ameaçado. Estranhamente, há em Portugal quem se queira notabilizar nesse esforço de condicionamento. Os socialistas, as esquerdas e certas minorias étnicas ou religiosas revelam reflexos perigosos de intolerância, como se a intolerância dos outros e a do passado justificassem a deles. E rapidamente recorrem à tentativa de condicionar a liberdade de expressão.Convencido de que o seu ADN é um salvo-conduto para a democracia, o PS português está a perder qualidades. Dá sinais de aceitar que existem limites severos à liberdade de expressão, de que as Forças Armadas podem intervir em conflitos laborais e de que os tribunais são bons substitutos para a arbitragem e a negociação. Em questões como a segregação racial, o racismo, a desigualdade étnica e social, o assédio sexual e a violência doméstica, os socialistas estão a considerar crime o que muitas vezes é mera afirmação ou opinião.Por sua própria iniciativa, porque julgam que a autoridade dá frutos eleitorais, porque cedem às influências do PCP e do Bloco, os socialistas estão a mudar de pele. Estão a deixar de entender que a democracia é de todos, mesmo dos antidemocratas. Que a tolerância é de todos, mesmo dos que o são pouco. Estão a torcer o direito à greve e a comprimir a liberdade de expressão. Estão a chamar as Forças Armadas para se envolverem em lutas sociais. Estamos a viver tempos difíceis para a democracia e para as liberdades, designadamente a liberdade de expressão. O PS está a perder gradualmente a sua tradição liberal, a sua veia tolerante e a sua marca democrática que parecia inamovível. O PS está a deixar que as suas pulsões escondidas, jacobinas, de intervenção estatal, de condicionamento da livre expressão e de intolerância apareçam à superfície e se transformem em método de acção. A liberdade, em Portugal, não depende só dos socialistas, mas está por eles muito marcada. Se faltar o seu contributo republicano, democrático e liberal, poderemos ter de viver tempos cinzentos que julgávamos ultrapassados por muitos anos. Num país, como o nosso, em que a direita liberal é tão escassa e volúvel, a esquerda democrática é essencial. Mas, se é a primeira a não respeitar as suas boas tradições, então temos um problema!Público, 18.8.2019

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Data para o nosso XI Encontro



A pedido da Comissão Organizadora do nosso XI Encontro através do amigo João Lisboa registo a seguinte mensagem:

- A data para o XI Encontro, será de 28 de Setembro.
- Local na Senhora da Azenha
 
Pede-se aos participantes que reservem este dia para o encontro. Oportunamente serão dados pormenores.

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

O Padre José Pedro e o livrinho D. Bosco

Mais uma vez o Aurélio se lembrou de uma historieta do Colégio. Enquanto ele não consegue 'postar' (que termo mais desconchavado!!), aqui fica:
"

Já percebi que, afinal, não é fácil "entrar" na categoria de comunicação do nosso Blog; desta forma, continuo a solicitar a tua colaboração, tendo a certeza absoluta da não utilização de quaisquer métodos de censura, existentes, ou a inventar....
Aí vai mais uma " estória"

                                  D. BOSCO

Manhã primaveril, céu azul celeste, sem nuvens a encobrir os ainda tímidos raios de sol que nos empurravam para os locais previamente conquistados, em função de critérios de todos desconhecidos, mas aceites por direito consuetudinário, O grupo dos juvenis , ou jogava à bola( muda aos 5, acaba aos 10), ou tentava aprender a arte da sedução com os "Veteranos".
A grande "chatice" era campainha da D. Irene que interrompia, sem quaisquer explicações o estado de graça dos alunos.

Encostado ao balcão da D. Irene, frente a frente com a entrada principal, local classificado como excepcional, quais répteis, expostos ao fraco calor matinal, do grupo masculino de S. Miguel de Acha (João José, João Lisboa, Zé Manuel Carreiro, José Robalo, Zé Alexandre, Virgílio ...), perante o ar apressado, como rotina do Padre Pedro, saiu, após o rotineiro Bom Dia, o simbólico alarme/ epíteto
         " AÍ VAI O D.BOSCO"
Minutos depois, agitado, faces avermelhadas, gotículas de suor escorrendo  pela face, desceu as escadas de 2/2 degraus, quase denunciando situação crítica,  reentrou na " Station" que o Sr. Zé Maria não tinha acabado de estacionar, saindo em velocidade, desaparecendo muito rapidamente lá para os lados do Sr. Gaudêncio.
Regressou da parte da  manhã, feliz, sorriso  aberto, contagiante, percorreu  todas as salas, e entregou a cada aluno um LIVRINHO de bolso, papel tipo Bíblia, capa cinzenta de plástico maleável.
Curiosidade geral what  happened?:

   Título do livro: DOM BOSCO
"

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Realização do X Encontro


Realizou-se o nosso X Encontro no passado sábado como estava previsto. A Comissão Organizadora agradece a presença dos antigos alunos e professores que compareceram a este nosso evento e regista com muito agrado o elevado nível de satisfação que nos foi manifestado.


A Comissão não teve conhecimento antecipado mas agradece também a colocação de uma placa evocativa do antigo Colégio na parede do edifício por parte da Junta de Freguesia de Medelim que foi descerrada no próprio dia do nosso Encontro na presença dos participantes. Assim fica registada a existência do Nosso Colégio em Medelim para que seja lembrado no futuro.


Foram indicados os seguintes elementos para a organização do nosso XI Encontro:

António Correia
José Adelino Vaz
José Maio
João Lisboa 

domingo, 7 de outubro de 2018

Do nosso amigo Aurélio Costa


Conforme pedido expresso, publico na íntegra o mail recebido do nosso amigo e colega de Colégio Aurélio Costa. Pessoalmente, agradeço-te a iniciativa e informo-te que, embora ausente, estiveste muito mas muito presente no nosso encontro de ontem.

"
Meu Amigo
Hoje, dia do X Encontro, no qual não consegui participar(como co-organizador e como participante), fiquei a reler os assuntos no blogue; achei interessante a explicação àcerca do emblema e, depois de alguma lubrificação da " máquina", consegui recordar o HINO lá referido, que segue:

Centro Paroquial de Assistência
Externato S. Bartolomeu
Em Medelim ou em qualquer parte
Não há ambiente que iguale o teu

Há Mães cheias de orgulho e sorridentes
Ao ver passar ufanos e imponentes
Os seus Filhos num garbo deslumbrante
Portugueses leais avante, avante

Não consegui determinar o ano. Recordo somente ser dia de sol.
O Padre Pedro chegou apressado a Medelim mandou reunir todos os alunos e professores ( A Drª PFF...estava lá) no salão da D. Mimi, fez a chamada desde Adérito até Virgílio todos aprendemos o Hino com Padre Pedro a marchar em cima do palco.
Lamentavelmente não consigo reproduzir a música por incapacidade minha( ouvi falar de claves, pentagrama, colcheias, fusas) mas é CHINES para os meus conhecimentos.
Recordo ainda que o Padre Pedro regressava de um serviço fúnebre e tinha outro rigorosamente sobreponível, creio que em Monsanto, ao qual compareceu ao fim da tarde....atrasado, claro.
P.S. Como não consigo entrar no blogue como colaborador (será inépcia ?) peço-te para publicares, caso seja interessante.

um abração

"
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